O despertar
as raízes da sensitividade
Em 18 de junho de 1962, enquanto o Brasil celebrava com alegria o bicampeonato da Copa do Mundo, nasce Mônica Oliveira, no Rio de Janeiro.
Brincando na sala de casa, seu pai faz uma pergunta aparentemente simples: “O que você vai ser quando crescer?” A menina fecha os olhos, busca a resposta na Mente Universal e responde. Naquele instante, uma semente foi plantada.
“Vou vestir uma roupa branca e cuidar das pessoas. Mas não vou dar injeção. Vi que estava cuidando do pezinho torto de uma criança.”
Enquanto outras crianças descobriam o mundo, Mônica descobria outras dimensões. A espiritualidade fazia parte do seu cotidiano de forma natural. A sensibilidade sempre foi sua maneira de perceber a vida.
Aos 13 anos, durante uma visita à ala de ortopedia de um hospital, Mônica encontra Pedro, um menino órfão que chorava com a perna engessada. Movida pela compaixão, impõe as mãos sobre ele. Pouco depois, a dor desaparece. Ali nasceu a certeza de que o Amor também pode curar.
“Se eu consegui, todos podem realizar essa magia. A energia está disponível para quem desejar acessá-la. Basta acreditar.”
Ao longo da juventude, encontros com grandes mestres ampliam sua visão da existência. A multidimensionalidade, a consciência, a responsabilidade e a evolução tornam-se pilares de sua caminhada.
Por meio do astrólogo Ricardo Moradillo e do “Velho Katuabê”, entidade canalizada, Mônica aprende uma das lições que levaria para toda a vida: cada pessoa possui um “pote” de receptividade. Quando se oferece mais do que alguém consegue receber, nasce a resistência. A verdadeira cura acontece no tempo de cada um.